En passant...


Uma melodia envolvente e uma letra poderosa, eis os atributos desta música.

Vamos todos esmiuçar.

Finalmente alguém importou o formato que leva a política e a campanha aos desinteressados jovens e afins...





"Fuck Them"






Numa clara tentativa de estreitar relações com o outro lado do Atlântico (vulgo estados unidos) Jardim insulta os “medíocres” que se preocupam por Ferreira Leite ter usado carro do Estado em campanha, mas não em português...

Porque Sim

ver tv

Onde é que eu já vi isto... realmente não estou a ver... mas vou lembrar-me......









Parece que vamos ter bloco central

PS 34,5%
PSD 28,9%
BE 10,4%
CDS 8,1%
PCP 7,8%

Sondagem Correio da Manhã

Começar Bem a Segunda - Feira!

Ainda estou a deliciar-me com a lua de mel entre mim e esta música. Temos encontro marcado todas as manhãs para um threesome. Eu, o Stanton e esta faixa. Extraordinário trabalho dos Analog People In A Digital World ao dar (mais uma) nova vida ao clássico Rose Rouge, um dos hinos do Jazz Electrónico, dos St. Germain.
Para ouvir bem alto, com um extra de Bass.

"instituições financeiras"



who da fuck is zidane?

Anda tudo muito nervoso (e também muito confuso)

"Sinal dessa nervoseira é o Município de Braga onde a candidatura do MPT veio estragar a "pré-festa anunciada" dos pretensos sucessores de Pimenta Machado"

Pedro Quartin Graça, aqui

Fonte global

Amor/ódio fraterno

Toda a gente conhece a história bíblica de Abel e Caim, as histórias de doação de medula entre irmãos. Os irmãos são capazes das melhores e das piores coisas.
Há umas semanas, na revista Visão, veio um artigo sobre os irmãos Ambani. São pobrezinhos coitados, são dos mais ricos do mundo. A sua fortuna combinada representa quase 5% do PIB indiano. A sua riqueza é tão grande como o ódio que nutrem um pelo outro.

Mukesh Ambani, 52 anos, e Anil Ambani, de 50, já se defrontaram tantas vezes em tribunal que um Juiz, exasperado com os numerosos processos dos irmãos, sugeriu-lhes que pedissem à mãe, Kokilaben Ambani, para mediar os conflitos, no seio da família.

Este é apenas mais um episódio na longa saga de desavenças entre os Ambani. As sedes das suas empresas partilham o mesmo edifício, mas Anil e Mukesh usam elevadores separados para não se cruzarem.

O grupo Reliance, que herdaram, foi fundado em 1958 pelo pai, Dhirubhai Ambani. A primeira empresa dedicava-se ao comércio de fibras sintéticas, mas, ao longo dos anos, o negócio diversificou-se, abrangendo actividades como petroquímica, refinaria, exploração e distribuição de energia, telecomunicações, têxteis, serviços financeiros, biotecnologia, entre muitas outras. Assim nasceu um dos maiores conglomerados empresariais da Índia. Dhirubhai faleceu em 2002 e não deixou testamento. Em 2005 e sob a supervisão da mãe, Kokilaben Ambani, os dois irmãos fazem as partilhas. Mukesh ficou com o negócio da petroquímica, com a exploração e prospecção de petróleo e gás e com a indústria transformadora. Para Anil foram as telecomunicações, o sector financeiro e a produção de electricidade.

As disputas entre os irmãos são de tal forma acesas, que extravasam o plano empresarial. No aniversário da mulher, Mukesh ofereceu-lhe um avião Airbus A319, no valor de 40 milhões de euros. Anil não quis ficar atrás e, passados uns meses, comprou um luxuoso iate de 50 milhões, como prenda para a sua mulher.

Mas a mais recente batalha judicial não se limita a uma briga entre irmãos, nem poderá ser resolvida com um simples puxão de orelhas da matriarca, como sugeriu o magistrado. Envolve o Governo de Nova Deli e pode pôr em causa a política energética da Índia, um país que luta com um défice crescente de energia.

No coração desta disputa estão os poços de gás natural descobertos na bacia de Krishna Godavari, na costa Este da Índia, pelo grupo Reliance, um dos maiores do país, e construído por Dhirubhai Ambani, que faleceu em 2002. Três anos após a morte do pai, e com muitas zangas pelo meio, os dois irmãos dividiram o império empresarial.

Segundo o acordo entre ambos, Mukesh ficou obrigado a fornecer gás ao seu irmão a 2,34 dólares por unidade de energia, durante um período de 17 anos.

Mas esta decisão foi contestada pelo Governo indiano. Murli Deora, ministro do Petróleo, estabeleceu um preço de 4,2 dólares para todos os compradores do gás proveniente daquela bacia, Anil Ambani incluído. A pagar quase o dobro do preço que tinha acordado, Anil interpôs uma acção judicial contra o Estado e contra o seu próprio irmão que acusou de estar "em conluio" com o Governo de Nova Deli. No dia 15 de Junho deste ano, o Tribunal de Bombaim deu-lhe razão, e obrigou Mukesh a honrar o compromisso assinado.

"Se os Ambani separados conseguiram alcançar duas das maiores fortunas do mundo, imaginem o que não fariam se estivessem juntos."
Artigo muito bom na Visão

Ser português é... sofrer

O que sofri ontem, foram 90 minutos de sofrimento. Jogamos bem e dominamos o jogo quase todo. Todavia, a finalização não surge. Simão e Ronaldo foram perdulários.
Podíamos ter dado um passo importante, já que a Dinamarca estava ao nosso alcance. Mas a nossa sina persegue-nos. Temos de fazer contas, depender dos outros e ter alguma sorte. Caso contrário, não eramos portugueses.
Será que o Hulk ainda vai a tempo de se naturalizar para jogar na quarta?

até um indivíduo com hipoacusia reconhece esta como a melhor malha de sempre

O medo da pandemia ou a pandemia do medo?

O presidente da Ordem dos Médicos de Espanha, Juan José Rodríguez Sendín, denunciou hoje que existem interesses económicos por detrás da criação de "uma epidemia de medo" causada por uma "doença fantasma", noticiou o diário espanhol "El País".
Já ontem, o conselho-geral da Ordem dos Médicos de Espanha tinha advertido, num comunicado de imprensa, que se está a criar "um alarme e uma angústia exagerada à volta da gripe A".
Mas esta manhã Rodríguez Sendín foi mais duro nas críticas que proferiu durante uma conferência de imprensa. "Existem interesses económicos, que são evidentes, e inclusive políticos", acusou o responsável.
"Com os dados à frente" confirma-se que o vírus da gripe A regista taxas de mortalidade e complicações "bastante mais leves e toleráveis" do que as que a gripe sazonal manifesta todos os anos, acrescentou Rodríguez Sendín.
Assim, "95% dos pacientes irá passar pela doença sem problemas" e "não há razão para serem mais vacinados" do que já são para resistir a uma gripe normal, tranquilizou o responsável.
Que dizer? Julgo que Juan Sendin tem toda razão e teve muita coragem para vir denunciar este “negócio”.
“Trinidad Jimenez, ministra espanhola da Saúde reconhece que gripe A não tem maiores consequências que a gripe vulgar”.
Mais aqui

onde está o... jesus?

Ponto de situação


Como já referi anteriormente, as próximas eleições autárquicas em Braga vão ser das mais disputadas do país. Depois da incerteza que já era certeza, Mesquita Machado, no poder há 33 anos, recandidata-se a mais um mandato autárquico (o último), tendo como trunfos principais o facto de ser conhecido dos bracarenses e segundo ele “faz o que diz, mostra o que faz”. Nesta candidatura, a surpresa vem da vice-presidência, com a saída de Nuno Alpoim e a entrada de Vitor Sousa. Já todos nos apercebemos quem vai suceder a Mesquita no final do mandato ou mesmo a meio do mesmo. No dia de hoje, o herdeiro surge no Diário do Minho lançando a candidatura do dinossauro de Braga à futura região norte, quando esta for institucionalizada, vontade que já vem sendo demonstrada pelo próprio há bastante tempo. Para terminar esta candidatura, apenas refiro que Mesquita Machado contou ontem com a presença de algumas centenas de pessoas na inauguração da sede de campanha, que vai funcionar no espaço do antigo "O Nosso Café", na Avenida Central. Que dizer quanto isto?
O seu adversário directo é Ricardo Rio, que lidera a coligação entre PSD, CDS e PPM. Transmite uma imagem de seriedade, rigor, transparência e de grande capacidade de trabalho. Lembremos-nos das centenas de propostas apresentadas em sede de reunião de Câmara. Um bom trunfo nesta candidatura foi a apresentação do geógrafo Miguel Bandeira, professor universitário e dirigente da ASPA (associação que ao longo dos anos se tem revelado como maior opositora à politica urbanística da gestão do socialista Mesquita Machado) como o mandatário da campanha de Ricardo Rio nesta corrida, até ao acto eleitoral do próximo mês de Outubro. Por seu turno Carlos Bernardo lidera a candidatura da Coligação “Juntos por Braga” à Assembleia Municipal. O professor catedrático Carlos Bernardo, da Universidade do Minho (UM), que, entre muitas outras funções de relevo, foi vice-reitor desta Universidade, director-executivo e administrador do INL - Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia - e vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
Posto isto convém relembrar que nas eleições de 2005, estas duas forças políticas ficaram separadas por menos de cinco mil votos, tendo o PS eleito seis vereadores e a coligação cinco.
Quanto aos restantes, já neste espaço fiz referência. No entanto, os comunistas apresentam como cabeça de lista o médico Rodrigues Dias, ex-director clínico do Hospital de São Marcos, que quer alargar o eleitorado tradicional, elegendo pelo menos um vereador que perdeu nas últimas eleições. O BE apresenta como candidato o professor do ensino secundário João Delgado, ex-PCP, que naturalmente tem o mesmo objectivo da CDU, pelo que se repetir o resultado do partido nas últimas europeias, garante a entrada na câmara. Tem como principais trunfos o que diz ter sido um sucesso na denúncia da corrupção, "impedindo" a eleição do empresário Domingos Névoa para uma empresa intermunicipal.
Considero que a eleição de um vereador por parte da CDU ou por parte do BE vai ser muito difícil, pois perfilho o entendimento que estas eleições vão ser prejudicadas pela polarização no voto útil.
Por fim, mais uma surpresa com que todos contávamos. Estou a falar precisamente da presença do ex-vereador e ex-líder da concelhia do CDS, o advogado Miguel Brito, na corrida à Câmara Municipal, que se apresenta como independente nas listas do Movimento do Partido da Terra, apresentando também lista à Assembleia Municipal. Esta candidatura surge como um ajuste de contas com o CDS, pelo que a Coligação poderá ver alguns votos (mas muito poucos) canalizados para a eleição de Miguel Brito.Vamos esperar para ver...

Honestamente, depois daquele escândalo mais valia estarem calados!!!

A queixa do sporting relativa à actuação do árbitro no jogo Sporting - Fiorentina (ou, como alguns lhe chamam, futebol de País de periferia vs futebol de País com poderio internacional) já foi respondida pela UEFA. E cuidado com a resposta. Extremamente cáustica (para não dizer mesmo soda cáustica!!!). Esta missiva contém expressões de uma brutalidade como "regista a reclamação do Sporting", "A UEFA tem a preocupação de nomear os melhores árbitros para os melhores jogos e faz tudo para que o trabalho destes não corra mal" e (neste momento será melhor fecharem todos os menores no armário ou Bunker mais próximo para os proteger do embate desta frase) "A UEFA está atenta ao que se passa". Uffa, sobrevivi a esta última.
Nem sei é se vão conseguir reunir todos os restos mortais do árbitro desse encontro depois de um raspanete destes...

Campanha Eleitoral Autárquica


Aí está o novo cartaz de Mesquita Machado.
A primeira nota vai para a inclusão do desparecido simbolo do PS, que estava omisso no primeiro cartaz.
Muito boa a técnica das palavras com as cores. Nisto este cartaz ultrapassa em muito o anterior. Assim, com este jogo, conseguiu-se um total de 4 frases chave "Faz o que diz", "Mostra o Que Faz" e as 2 frases nos diferentes azuis "Faz o que mostra" e "Diz o que Faz". Neste aspecto está um cartaz muito bem conseguido.
O Senhor é que aparece excessivamente maquilhado. Qd se é dinossauro as rugas são votos (no caso de um bom trabalho autárquico, claro) enquanto que o excesso de base talvez traga alguns votos de outros homens que se maquilhem (tipo Luís de Matos) mas de resto...
O actual presidente apela à obra feita, como não podia deixar de ser visto cá "comandar" desde 74, numa melhor forma que o vazio primeiro cartaz. Mas mesmo este novo, ainda que mais completo e atractivo, continua um pouco deserto de ideias. Daí que não sirva convenientemente alguém que sofre a erosão de tantos anos à frente de uma autarquia, a acrescer à problemática questão das suspeitas de fraude, desvio de dinheiros públicos, abuso de poder e outras.
Por outro lado assumindo a posição de quem tem ideias concretas para a cidade e se assume como alternativa (mesmo sem esconder o simbolo do PPM - essa incógnita monárquica que concorre a eleições democráticas), Ricardo Rio opta por um formato arrojado, após o cartaz inicial pós - euforia europeia, com 6 cartazes diferentes onde explana as suas ideias para os vectores fundamentais daquilo que considera ser fundamental o PSD - CDS PP assumirem como bandeiras de campanha. É uma boa leitura do que hoje em dia se tornou uma campanha eleitoral, mais de frases curtas e directas pois os papelinhos, os desdobráveis, as canetas e os pins já não servem a ninguém. Quem tem ideias que as mostre e este tipo de cartazes fica muito bem.












O ponto negativo, transversal a ambas as campanhas, é que Braga denota bem como é possivel gastar tanto dinheiro em campanhas autárquicas. Demasiados cartazes, uma confusão entre essas mesmas autárquicas e as legislativas, demasiadas caras, demasiado dinheiro do Estado. Do Nosso. Meu e teu!! Enfim...
Nesta luta de cartazes parece-me que a coligação continua na dianteira, com larga vantagem.
A aguardar desenvolvimentos

a minha opinião sobre a manuela moura guedes numa fila do centro de emprego

eu ando normalzinho, não ando? já me disseram que agora não descaralho! que estou muito mais simpático e razoável. até romântico já me chamaram. recentemente. é mentira, claro! e mentir é feio. e no meu tempo de catraio gordo e suado dava direito a reguadas. nas mãos. hoje mentir é um posto. dos bons. aliás, hoje mentir é uma inverdade. já ouvi esta. e por isso é que há muito pó no ar. quase sempre. e no fundo todos parecem aqueles japoneses que sem autorização caçam baleias à fartazana por todo o mundo. os gajos, pá! ponto de ordem: gosto tanto de sócrates como de ter que viver com uma sonda nasogástrica no lombo. admito que me enamoro cada vez mais pelo louçã. sou burro, que fazer? e ontem só não vi tudo até ao fim porque a noite já era dura, prometia chuva longa e nevoenta e eu tinha fome. e não se vê têbê enquanto se come. só se for bola. ainda para mais sendo o manjar ao nível de uns panados de peru (sem acento, senhores das legendas e coisas que tal). ora e partindo disto para o título do post. quase todos concordaremos que manuela moura guedes tem particularidades engraçadas. outros dirão peculiaridades estúpidas. expressões diferentes que querem dizer o mesmo. nenhum de nós se deixará induzir pelo erro de achar que seriam, as expressões, metáforas subliminares que visavam elogiar discretamente as glândulas mamárias da dita senhora. muito menos as trabalhadas bentas. que aquilo deve ter demorado a fazer. ou a desfazer. não sou médico de peles. não conheço o termo técnico. nem sequer veterinário. que sobre ela, esses podem opinar proficuamente. com conhecimento, quero dizer. ser vagamente parecido com um elemento fálico das caldas em estado de decomposição não deveria ser o suficiente para apresentar um telejornal. mas na tvi era. e lá está, sendo uma empresa privada mais não sei o quê, e ainda por cima espanhola, devem ter gajos do marketing e das sondagens a mandar fazer, como só quem sabe mandar fazer pode mandar fazer. e lá foi ela a forçada protagonista daquele espectáculo. ao lado meteram-lhe o maior escritor com voz de capado do mundo. só faltou a anã peluda. demitiu-se por decoro, a senhora. e assim podia ver, quem queria, a apresentadora de telejornal que, mais assumidamente, cuida ser, ela própria, o telejornal que apresenta. nem rodrigues dos santos é assim tão presumido, embora valha, em telejornais (livros é ele por ele ou ela por ela ou ele por ela ou ela por ele, não sei, escolham vocês que a mim tanto me dá), cento e dezassete moura guedes. manuela. só faltava mesmo isso. olá, o meu nome é moura guedes. manuela moura guedes. era filme na certa. se há pessoa da tv que apetece espancar é a moura guedes. e maya, vá. e o eiró. e o preto do eiró. aquele que canta e que rebola bastante sobre o todo o espaço em que o cláudio ramos esteja. mas hoje falemos só de moura guedes. e de como seria magnífico vê-la pontapeada constantemente. assim, desinteressadamente. agressões fortuitas. só por ser quem é. do género. ah, vamos ali tomar um café à brasileira e depois vamos ao coreto mandar uns balázios à moura guedes. isso, sim. democracia. e cidadania da boa. da activa. da que mexe. reparem. a indignação de moura guedes. a frontalidade. a desenvoltura. o arrojo. essas merdas todas que agora usam para a elogiar são nada mais nada menos do que, observem a conclusão brilhante, merda! merdinha fresca vinda do inúteis do costume. porque essa manuela era assim sem centelha genuína, sem vir de dentro. como se aquela postura raptasse todos os seus órgãos e os transformasse em órgãos parcialmente voluntários. ela boa, exímia, perita e aríete é apenas na considerada arte bovina de fazer de conta que se é inteligentemente plácido. ou bruto. como queiram. e ela é apenas uma franga derretida e mal tratada a querer capoeira maior para melhor se refastelar na sua redundância de pitaínho. daqueles feios. sem ser como a história em que depois ele acaba a ser o maior. ó etc., mas esse era uma pato! ah, pois era. então, moura guedes pode ser uma pata. de peles caídas e pescoço usado. como os pneus do armindo araújo. portanto, sócrates, a moura guedes para a minha pessoa está ao nível de um pnr na polítca. é metê-los num saco e mandá-los para longe da minha sanidade auditiva. agradeço-te a manobra. já agora, já que é para pedir, pá, faz o mesmo à marta rebelo (não há caridade que aguente) e ao canas. só para começar. depois apresento uma lista mais fixe. que vai incluir, lamento, o carlos manuel da sporttv. e pronto. porventura, não é racional, isto. o que acabei de escrever. é uma opinião serena, já não tenho fúria, e assumidamente inútil. a minha. se fosse racional eu estava quase sempre caladinho. e não estou.

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