este jovem

consegue ser ainda mais divertido que este....
«Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer».
Ricardo Gonçalves, deputado do Partido Socialista.
Apesar de não ser grande adepto das redes sociais, dou, por vezes, umas espreitadelas em alguns "perfis" (feito voyeur) e constato algo de muito intrigante. Só consigo aceder no hi5 já que "quase nunca" tive nenhum utilizador criado e só naqueles denominados de públicos.
Vamos ao que me intriga: pessoas que tiram fotos de si próprios dentro de uma viatura.
Qual a razão de ser? Se for para dizer que têm carta de condução, poderiam ter adicionado a informação ao seu perfil. Qual o fascínio por tal posição e espaço?
Normalmente, não costumo escrever sobre Direito/Justiça. Talvez por trabalhar diariamente na área, não gosto de tornar este prazer numa extensão do meu dia-a-dia. Mas em face dos últimos acontecimentos não posso deixar de o fazer.
Já lá vão mais de dez anos que entrei para Direito, na Universidade do Minho. Naquela altura, em Introdução ao Direito, ouvia eu falar da crise da justiça. Desde essa altura, as melhoras não foram grandes. Aliás penso que a tendência tem sido descendente. Quem julgue que bateu no fundo, pode estar enganado, pois se algo não for feito para inverter este tendência, certamente vamos ter a Justiça nos graus -3, -4, -5.
A propósito deste assunto, traçando um paralelismo com os ciclos económicos (que se referem a a flutuações da actividade económico a longo prazo), podemos dizer que o ciclo envolve uma alternância de períodos de crescimento relativamente rápido, com períodos de relativa estagnação ou declínio. Nos últimos anos só temos assistido ao declínio da justiça.
O bom funcionamento da Justiça é essencial num Estado de Direito. Sem Estado de Direito, não há Democracia. Esta questão merece a atenção de todos. Não basta pedir serenidade. tal como fez o actual Ministro da Justiça. É necessário acção e convergência de esforços.
Todos sabemos o que é necessário: uma Justiça independemte, isenta e célere.
Mais um albúm, mais uma obra prima.
Foi hoje lançado o novo disco dos Arcade Fire. Estes brilhantes não param quietos e fazem o que mais gostam: música. A evolução é evidente. Depois de Funeral e Neon Bible, Suburbs veio apenas confirmar a excelência desta banda canadiana.
Recomendo.
Em França devem andar a aprender umas coisas connosco sobre distracções fúteis para entreter o povo, só pode!!
Aliás, por esta altura está o Zapatero triste por não ter perdido o jogo de ontem...
PS: acredito mesmo que o Ronaldo só quisesse realmente remeter explicações para o Queiroz, sem brincadeira!

Nem que fosse com o Pacheco...

Ou com esta menina!

O Mundial está ao rubro e a Câmara Municipal não quis limitar-se a ver passar o evento. Para além do Estádio "marca de líquido bebível que não a SuperBock, mas que se faz passar por cerveja", a autarquia resolveu brindar alguns dos seus munícipes com um pouco da paisagem africana. Assim, está a ser com especial prazer que acompanho o crescimento inopinado e selvagem da verdura dos (exíguos) espaços verdes da freguesia da Sé, sim da Sé. No bairro das Parretas há más línguas a dizer que só se cortaram as belas das ervas até aos limites da freguesia de Real e que, chegados à Sé, os funcionários da Câmara esqueceram, selectivamente, a restante e frondosa paisagem.
Certo é que "daninha" passou a ser um adjectivo desajustado para caracterizar os quase-arbustos que se deparam aos moradores. Certo também é que Real é um freguesia PS e a Sé nem por isso (CDU). Não é certo que haja uma relação directa entre a falta de diligência dos serviços da edilidade e a cor política dos executivos das juntas em questão, mas mais vale prevenir do que alcovitar.
Fica aqui um bem haja e, ao mesmo tempo um alerta. Agradecemos a savana, mas, tal como as famigeradas vuvuzelas, aposto que falo por todos os habitantes da Sé quando digo que dispensamos bem a réplica sul-africana.
By Nuno Ramalho
11:51
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