Lembro-me que a determinada altura várias pessoas se mostraram um
pouco confusas perante o facto de o Ricardo Araújo Pereira (RAP) assinar crónicas e textos em algumas publicações. Pese embora a qualidade da sua prosa e o extraordinário sentido de humor com que sempre nos presenteia, continuo a achar que o
António Vitorino tem um
je ne sais quois de Monty Python dentro de si e não consigo conter umas excêntricas gargalhadas ao lê-lo.