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Lei da paridade

A lei da paridade obriga à introdução de uma percentagem de mulheres nas listas para os diferentes organismos. A lei está aprovada, será aplicada e é necessário pensar nela!
Um exemplo do trabalho que pode e deve ser feito está a ser desenvolvido pela concelhia do PSD do Porto! A forma como este projecto está a ser desenvolvido permite perceber que existe a vontade de tratar esta questão de forma séria e atempada, o que é de louvar!
Ainda assim...
Sou contra esta lei por diversos factores e um deles fica patente neste discurso: "Começa a ser complicado arranjar mulheres politicamente válidas", referiu Virgílio Macedo, salientando que "arranjar mulheres para as listas é fácil, o difícil é arranjar mulheres com qualidade".
Não querendo aqui impôr um discurso feminista, o que pergunto é: todos os homens que estão envolvidos politicamente são válidos? e sendo, onde se formaram?
Uma parte das mulheres e dos homens que militam e participam não possui formação e, algumas vezes até, qualidade... é um problema social e estruturante!
Como disse e repito, considero a iniciativa louvável, mas deixo uma sugestão: porque não estender essa iniciativa formativa a ambos os géneros e a diferentes faixas etárias? Se a ideia principal é captar e formar quadros para posterior integração nas listas, porque não o fazer com todos?

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