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Fonte Global

A Brasileira

Ao completar 102 anos, reabriu o mítico café "A Brasileira".
O café já passou desde sua abertura, em 1907, por quatro mãos. O fundador, Adolpho de Azevedo, um negociante portuense e vice-cônsul do Brasil em Braga, esteve à frente do estabelecimento durante 30 anos.
Em 1937, o café foi adquirido por Joaquim Queirós, que o manteve nas quatro décadas seguintes, integrando o vizinho café Sport (na parte mais baixa do café).
No Estado Novo foi aberto na outra esquina da rua um outro café, a "Nova Brasileira", que já fechou. Naqueles anos, "A Brasileira" era frequentada por opositores de António Salazar, e a "Nova Brasileira" era procurada por simpatizantes do regime.
Em 1997, foi passado a Joaquim Domingos Godinho, até que, em 2004, foi vendido a Armindo Pinheiro e filhos, actuais gerentes.

O espaço foi restaurado, e podemos encontrar toques de ouro no local, bem como um novo piso no andar superior.
A gerente do estabelecimento, Elvira Pinheiro, destacou que as duas novas salas no segundo andar do edifício, terá uma área para fumadores e um salão de chá. Na parte da noite, o espaço vai funcionar como bar para um público mais jovem.

Na passada sexta-feira, gostei muito de lá ir. Empregados muito simpáticos, com umas fardas muito giras. Destaco ainda os tectos: verde no primeiro andar e vermelho no segundo.
Nesta visita encontrei lá actores das novelas da TVI, como o Almeno Gonçalves e outro que não sei o nome (só sei que também é actor das novelas); bem como um dos bloguers do Avenida Central a socializar; e ainda vários ilustres desconhecidos (o local estava cheio). A conclusão a que cheguei foi que neste local secular, de convívio bracarense, encontra-se todo o tipo de pessoas!


P.S.: Gostei muito do jantar de Sábado, são todos muito simpáticos! :)

Dois anos, onze opiniões

Parabéns

Disseram-me para escrever um texto sobre esta casa. Sei lá o que escrever! Não tenho a mestria das palavras do Etc., nem da Sandra. Não sou persuasiva como o Bruno, o Nuno e o César. Não tenho a paixão pelo discurso político como o João e a Joana (tens um excelente gosto nas fotos que publicas ;) ). Nem tenho a paixão do Fernando Pessoa, não tenho a jeito para as artes como o Alex, muito menos desenho como o Nuno!
Gosto de vos mostrar coisas diferentes. Por isso Parabéns a este blog por ter pessoas de áreas tão diferentes, que torna este blog tão especial.
Estou curiosa para vos conhecer!

dois anos sob o ponto de vista da eternidade: um título quase original (sub-título: afinal não consegui)


Bom, não tenho muito a dizer. Possuo os pés gelados. A conversa com as duas meninas aqueceu fundo, é verdade, mas os pés nem as meias, pretas, daquelas que crescem quase até à caneleira, os aquecem. Repito, possuo os pés gelados. E não gosto destas merdas, confesso. Que merdas, Etc? As merdas. Quer merdas ao nível da relação com os outros, quer destas merdas de dar os parabéns. Detesto aniversários. Os meus, então, nem se fala. E o Fontes é de mim. Mais do que meu. É de mim. Sinceramente, não me atrevo explicar isto. Se eu fosse a lembrar-me de tudo aqui, o que me vai por dentro, não me sobrava espaço para mais nada. E eu, embora não parecendo, ainda sou gajo para gostar que me leiam de início ao fim. Ou, então, não... É, é o mais provável... Bom, cheguei agora, liguei o aparelho que tem por missão abraçar-me ao mundo em segundos, meti um cd no deck. Começo a ouvi-lo. Comecei há já um pouco. Agora está em repeat. Sou sempre assim. Cavo fundo daquilo que goste. E naquilo que gosto. Vezes sem conta. Em exercício de caleidoscópia repetição. Centrípeta mania do mesmo. E dou por mim a ouvir a Mariza (portuguesa com Z) com o Tito Paris. Só hoje descobri. E penso. Na quantidade de coisas que desconhecemos. Isso deveria servir de aviso. Grande lata. A minha. Como posso escrever o que escrevo, ignorando tanto?

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