Ningém compreendeu o Manel Pinho
By Alex Prata
23:14
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assembleia da república
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Manuel Pinho
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o governo está cada vez mais desesperado
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tourada
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0 Comments
Portugal e Basta
Depois da crise ter acabado, dos chineses terem deslocado fábricas para Portugal por causa da mão de obra barata, do Governo ter pago todas as viagens que este senhor fez com meios da força aérea, do Rangel ter engordado por ter comido muitas papas, das folhas terem sido todas rasgadas em plenas entrevistas e do Bernardino Soares ter sido traído pela sua mulher, Manuel Pinho sai do Governo.
Feliz ou infelizmente, esta última é mesmo verdade. Todo o histórico podem acompanhar em vídeo aqui, desde o chifre até às desculpas, aos comentários e às explicações. Em vídeo, como deve ser.
O Governo acabou de facto em beleza, uma beleza de raça barrosã, mas que não deixa de ser bela... Falta saber mais quantos restarão na Arca do Noé Sócrates...
Polícia unificada. Sim ou Não?
Ângelo Correia criticou hoje o PSD por ter anunciado que vai ponderar a unificação das polícias, defendendo que o seu partido nem sequer deveria considerar essa hipótese, discordando assim do anúncio feito por Aguiar Branco. Este último anunciou que o PSD está a analisar a hipótese de propor a unificação das forças policiais. Ângelo Correia defende exactamente o contrário.
Não é certamente uma área que domino, logo não sei qual a forma de organização que resultaria em mais segurança para os cidadãos. À primeira vista, parece-me uma ideia bastante interessante, até porque nunca percebi o porquê de existirem tantas forças policiais. O argumento de que é uma porta aberta que faz o jogo de outras forças políticas em Portugal não pode colher. Um debate a estarmos atentos.
Não é certamente uma área que domino, logo não sei qual a forma de organização que resultaria em mais segurança para os cidadãos. À primeira vista, parece-me uma ideia bastante interessante, até porque nunca percebi o porquê de existirem tantas forças policiais. O argumento de que é uma porta aberta que faz o jogo de outras forças políticas em Portugal não pode colher. Um debate a estarmos atentos.
depois dos 20 milhões da cláusula de nuno gomes: o tributo mais estúpido da história de toda a estupidez dos tributos
Jim Carey à Portuguesa versão 12 (ou 13... ou 14...)
By Nuno Ramalho
12:11
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Mentiroso Compulsivo
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Tou a começar a ficar FARTO deste fulano
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0 Comments
Perdoem-me se cito de cor (e como tal, com imperfeições) mas não me apetece pesquisar as palavras exactas...
- "Os governos Portugueses não devem interferir nem de qualquer outra forma tentar influenciar os órgãos de Comunicação Social".
- "Estou a ser alvo de uma campanha negra, em muito promovida por um canal de televisão e um jornal".
- "O Governo não interfere em negócios do sector privado".
- "Não tivemos conhecimento nem fomos informados de qualquer coisa relativamente a esse negócio (PT - Prisa)".
- "Já demos ordens aos nossos representantes junto da PT para vetar (via Golden Share) este negócio".
cansado do silêncio que precede o início de qualquer canto (de cantar, não "canto" de pontapé de canto ou "canto" de rosa do canto)
gostava de ter uma citação de alguém para começar este texto. alguém em bom. para quem os enredos engelhados da existência humana são um linear acervo de registos e ocorrências perfeitamente esgotadas. e é nessa urdidura que desenvolvem uma acurada consciência da nossa fragilidade. e falam-nos muito de morte. um kafka, um sá-carneiro, um joyce. sei lá. um deles. tantos. há uma merda que me vai definindo. aos poucos. creio. a tirania da nostalgia. reparem. todos morremos do modo mais mortal possível, o que por si só deveria ditar de algum modo a inevitável realidade que se anuncia. de diversas formas, ok. concedo isso. mas esta nostalgia entranha-se. no desvanecimento do corpo, por exemplo. nos olhos entrevistos de uma mulher. e como seduzem esses olhos. a mim, pelo menos. e tudo é nostalgia, morte posta diante de nós. fictícia, por vezes. simbólica. como o ocaso do sol cujos raios cortam o céu e se dissipam na praia. é impossível não ter consciência desta realidade. mesmo que durante esse fenómeno passeiem pelo areal indivíduas em bikinis reduzidos. ou trikinis. também gosto. voltando ao assunto. que tudo acaba por brilhar sobre um altivo mar de esquecimento. não que me apeteça fazer a apologia do inclemente niilismo da coisa. de todo. se bem que a área post mortem do discurso cristão também não me alicia. não creio nada, rigorosamente, na solidariedade divina. nem nos inesgotáveis rostos de deus. por assim dizer. daí a nostalgia. talvez, digo eu. porque cada dia é simultaneamente miséria e grandeza. instante que passa quase indiferente do tempo. e somos preocupantemente moribundos. somos? eu sou. claramente. revestindo-me da inelutável rendição de agozinar nesta coisa do fim sem retorno, destemperado torpor melancólico que me sossega os ímpetos. para alguma coisa deve servir. mas já alguém me disse um dia. podemos fazer o que quisermos, desde que não cheiremos mal nem peçamos subsídios. é bem verdade. isso e fazer pedagogia sobre o uso dos genéricos. fica para outro dia... tá bem, abelha... devem andar a brincar, não? andam desatentos, ponham-se a pau que eu não brinco! apesar de me faltar ainda a madureza necessária.
momentos chalana (himself)
"apanhei um bocado de frio..."
"Isto é como os melões meu amigo, os melões quando se abrem é que se sabe se bons se são maus..."
"não encontramos a baliza certa..."
"de certeza que não fez de propósito..."
"quando se vê... é para se falar..."
"Isto é como os melões meu amigo, os melões quando se abrem é que se sabe se bons se são maus..."
"não encontramos a baliza certa..."
"de certeza que não fez de propósito..."
"quando se vê... é para se falar..."
quem é amiga, quem é?!
Confesso que fiquei surpreendida...e até acho que ficou um bom registo, se bem que, admito, não tenho anos e anos nas "mãos" de apreciação deste tipo de leitura... :)
Vamos andar de comboio?
Todos os sábados, entre Maio e Outubro, o passeio começa às 14:46 e termina às 18:05, sempre acompanhado de animação por um grupo de música e cantares tradicionais da região do Douro.
Os bilhetes não são muito acessíveis, pois custam 43 euros para adultos e 21.50 euros para crianças, mas é daqueles passeios que se fazem uma vez na vida. Para além do mais é melhor aproveitar este ano, pois tem-se falado do fim deste passeio.
Com um bilhete do comboio histórico, os clientes da CP podem usufruir de condições especiais de alojamento nos hotéis Régua Douro, Douro Park Hotel, Vintage House e Aquapura, bem como obter preços especiais no estacionamento na estação Porto/Campanhã.
Em resumo, viajar no Comboio Histórico é relembrar o passado.
Os bilhetes não são muito acessíveis, pois custam 43 euros para adultos e 21.50 euros para crianças, mas é daqueles passeios que se fazem uma vez na vida. Para além do mais é melhor aproveitar este ano, pois tem-se falado do fim deste passeio.
Com um bilhete do comboio histórico, os clientes da CP podem usufruir de condições especiais de alojamento nos hotéis Régua Douro, Douro Park Hotel, Vintage House e Aquapura, bem como obter preços especiais no estacionamento na estação Porto/Campanhã.
Em resumo, viajar no Comboio Histórico é relembrar o passado.
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