Pervez Musharraf, presidente do Paquistão desde 1999, a menos de um mês depois da reeleição e temendo a invalidade da mesma, resolveu silenciar eventuais opositores. Decretou o estado de emergência, suspendeu a Constituição, cercou a casa de Benazir Bhutto. Desde o 11 de Setembro, que os Estados Unidos viram o Paquistão como um conveniente aliado na luta contra o terrorismo. Todavia, devido a estes últimos acontecimentos, este apoio parece estar a mudar. Musharraf só aceita a democracia desde que lhe corra de feição.
Sinceramente, nos tempos que correm, com a animosidade que se conhece da maioria da sociedade portuguesa para com a função pública, com estes a quererem demonstrar a sua revolta pela sonegação de direitos que (verdade) têm vindo a sofrer e vão-me escolher para dia de greve geral uma SEXTA-FEIRA?! SEXTA-FEIRA?!
Ao menos que comecem a fazer greves gerais nas férias de verão, assim sempre têm uma adesão semelhante, mas evitam que os nossos impostos paguem estas mui nobres indulgências.
"As autoridades confirmaram hoje que o jovem de 18 anos que matou oito pessoas num liceu na Finlândia é o autor de um vídeo publicado poucas horas antes no YouTube em que anunciava que ia cometer o massacre".
O Tribunal de Contas não poupa críticas à gestão da Estradas de Portugal. Trabalhos de milhares contratados sem concurso público, derrapagens no expropriações a rondar os 70 % e excessivo recurso à banca. O estudo é arrasador para a gestão das Estradas de Portugal, chegando a afirmar que não é possível ter uma ideia clara da situação sua situação financeira. O Ministro Mário Lino refuta todos os pontos críticos avançados.
Contudo, uma dúvida surge: Qual o papel do Tribunal de Contas ? Supostamente é uma entidade credível e isenta, que assenta na transparência, verdade, rigor e disciplina.
Por outro lado, no que toca ao apuramento de responsabilidades dos gestores públicos, a palavra que nos assola de imediato: IMPUNIDADE. A garantia da defesa do interesse público exige uma responsabilização efectiva de quem usa os dinheiros públicos e a existência de instrumentos claros e transparentes de prestação de contas.
Parece que o combate ao mau uso dos dinheiros públicos, à corrupção e à fraude ainda não começou.
"De repente, dois estudos feitos no prazo de poucos meses esmagam toda a argumentação e pulverizam todos os trabalhos dos últimos 40 anos que culminaram na opção OTA."
Depois do acidente do autocarro com os idosos de Castelo Branco na A-23, lá veio a conversa do costume. "Casa roubada, trancas na porta...".
O Governo, pela mão do Sec. de Estado Ascenso Simões, criou e apresentou, em tempo recorde, um pacote de dez medidas para diminuir a sinistralidadenas estradas. Mas não se preocupem que ainda não é desta que se vai fazer alguma coisa. É mais do mesmo. Vai-se disponibilizar mais verba para a aquisição de medidores de velocidade e alcoolímetros. Ou seja, ataca-se o excesso de alcool e de velocidade.
Mas isto já não começou a ser feito desde que existem carros em Portugal? Como diz o Comendador "José Bernardo" : "Hello!!!!!"
Meus amigos, isto é uma questão de cultura ao volante!! Quando é que vão perceber que isto acontece porque somos portugueses e é assim que se conduz cá?! Porque será que os "avecs" só são um perigo na estrada cá, voltando a ser santinhos mal montam na "autoroute" de regresso à "maison"?
Se começassem por ver como é o sistema de atribuição de títulos de condução penso que seria um bom começo. O acto de tirar a carta não devia ser um dado adquirido (tipo como o Porto ganhar todos os jogos).
Aqui não se vai tentar "tirar a carta". Aqui é só inscrever, pagar e já está. Enquanto isto não mudar não vamos a lado nenhum.
E porque não ouvir o bater das ossadas de Goethe no seu caixão? Em Braga, há alguém que faustosamente (quem perceber esta piada não vai parar de rir, ou se calhar não, mas isso é lá com vocês, ou só faço o meu papel) se acha dono do tempo dos automobilistas. Bem, estou a referir-me à modalidade ad eternum que parece ter sido usada na reparação do piso da variante do eixo dos domingueiros, a famosa passerelle bracarense que liga esses dois grandes expoentes da nossa cultura local, o BragaParque e o Minho Center.
Depois, falo também dessas magnanimidades, dignas de um visionário da estirpe de um Júlio Verne, de um Huxley ou quiçá (parece-me a mais provável) de um engenheiro, sem nada para fazer e dinheiro para gastar, no departamento de urbanismo e mobilidade(?) da CMB, que são as duas rotundas recentemente colocadas na estrada nacional 14, que faz a ligação Braga-Porto, e que conseguem a enorme proeza de aumentar as filas de trânsito para dimensões nunca antes registadas. Aliás, o congestionamento naquela zona é tal que, mesmo antes da construção do viaduto que faz ligação ao túnel que segue para Maximinos (aquele que tem o Santos da Cunha a servir de sinaleiro), nunca se vira tamanha obstrução ao normal fluir do trânsito!
Os Ministros Rui Pereira e Alberto Costa vieram publicamente rejeitar responsabilidades pela nova redacção do artigo 30 do Código Penal. Mas ainda ninguém esclareceu como apareceu a proposta do inciso final “salvo tratando-se da mesma vítima” e como foi justificada e acolhida na UMRP. Como é sabido, essas seis palavrinhas estendem a figura do «crime continuado» aos crimes contra pessoas, beneficiando assim os responsáveis por abusos repetidamente praticados contra uma mesma vítima - como acontece muitas vezes em casos de pedofilia e de violência doméstica. Eu quero, como muitos portugueses, perceber o que é que afinal se passou. Quero entender com que argumentos e em que circunstâncias o acrescento acabou por ser finalmente re-introduzido na Comissão de Assuntos Constitucionais da AR, depois de esta ter, aparentemente, acordado na sua eliminação. E quero entender como reagiram então - ou se reagiram – os representantes dos diferentes partidos. Porque todos, a começar pelos deputados do PS, tinham obrigação de estar cientes do que tal acrescento implicava. E ninguém podia ignorar que essas implicações teriam relevância para o caso Casa Pia e não só. Relevância jurídica e, desde logo, relevância política. Ninguém podia ignorar até porque a própria Comissão de Assuntos Constitucionais da AR havia debatido, em Julho, esse acrescento, vindo da UMRP no texto submetido pelo Governo. E a eliminação do acrescento fora, ao que parece, até proposta pelo PS, depois de ouvidas associações profissionais de juristas alertando para as gravosas implicações de tal adição. É por isso inaceitável que, mais tarde, a proposta de eliminação tenha sido descartada, o acordo que sobre ela incidia tenha sido ignorado e o ignominioso acrescento tenha sido re-introduzido e aprovado por maioria , aparentemente do PS apenas, na AR. Na decisão da AR sobre o referido artigo 30º estava muito mais em causa do que a revisão do Código Penal: estava em causa a reputação do PS. As consequências jurídicas do acrescento aprovado são escabrosas, em particular no contexto da Justiça ainda não feita (e que muitos temem jamais venha a fazer-se) no caso Casa Pia. As consequências políticas, como era previsível, estão a ser desastrosas para a reputação pública do PS, dos seus dirigentes aos seus militantes."
É vergonhoso o silêncio dos políticos (de todos eles) sobre este "erro" que faz com que seja indiferente violentar uma vez ou 20 mil vezes a mesma pessoa, violar uma vez ou 20 mil vezes crianças inocentes. Sendo certo que em nenhum caso se pode minimizar o drama, menos certa não é a mais que vergonhosa compatibilidade deste preceito com o caso Casa Pia.
Não se calem, denunciem em voz alta esta vergonha.
Ainda se admiram que esteja descredibilizada a política e os seus actores.
Esta é o meu primeiro post neste blog. Vou abordar um tema comum e constante da comunicação social: a tão falada onda de assaltos! Afinal há ou não há onda de assaltos!!??
Como resultado do primeiro semestre, a GNR e a PSP apontam uma quebra de 3,5% no número de crimes participados, embora a onda de assaltos tão publicitada na comunicação social refira que a criminalidade em Portugal está a aumentar. Na verdade, os resultados estatísticos da policia portuguesa mostram uma certa contrariedade nessa opinião generalizada.
Embora estas estatísticas sejam de certa forma positivas, cada vez mais a opinião pública se insurge contra o governo devido à crescente onda de assaltos em Portugal. Pede-se mais policiamento nas ruas das grandes cidades, principalmente à noite, e sobretudo penas mais duras para os infractores. Embora a opinião referida anteriormente seja a mais frequente, existem outras opiniões, as quais apregoam que não são o assaltos que estão a aumentar mas sim o jornalismo sensacionalista, que reforça nos noticiários os artigos de criminalidade; existe ainda a corrente de opinião que afirma que apenas alguns tipos de assalto, os quais se conseguem avultadas quantias de dinheiro num curto espaço de tempo, é que estão a aumentar.
O governo continua a divulgar e regozijar-se por estes resultados. Numa recente entrevista, o secretário-geral adjunto do gabinete Coordenador de Segurança, Paulo Gomes, afirmou que esta onda de assaltos deverá ter pouca expressão e se diluem nos 20.000 crimes que se registam em Portugal “É conjuntural surgirem picos de determinado tipo de criminalidade que, depois de devidamente investigados e desmantelados os grupos que a praticam, voltam ao normal”.
Mesmo considerando a diminuição dos crimes contra o património e desvalorizando a onda de assaltos o governo decidiu investir 93milhões do orçamento de 2008, uma aumento de 46% em relação ao ano anterior. Acabo este post como comecei...
A Taça da Liga é obviamente a mais importante competição nacional e quiçá mundial. Toda a gente sabe isso!
O Salvador, na sua faceta Freitas do Amaral, é que é o enorme. Ou o enorme é o Salvador. Ainda não percebi. Mas o Mesquita Machado concorda, e isso, por cá, é o que interessa. Mesmo que alguns se achem uma espécie de menstruação súbita que obriga a coitos interrompidos.
Um dia gostava de ter vocabulário suficiente para conseguir descrever o Freddy Adu.
Gostava também que alguém me explicasse os contornos, implicações e objectivos da parceria recentemente criada entre algumas - são todas, excepto o indivíduo com o sobrenome igual ao do melhor jogador português - construtoras bracarenses. Ou muito me engano, ou vão começar a aparecer uns jogadores chineses na pedreira. O que é que isso tem a ver? Nada! Sou eu a delirar... Até porque, como todos sabemos, não há em Portugal, e muito menos em Braga, nenhuma tríade, ao melhor estilo vitruviano, que una os aspectos fundamentais da economia (deles): política-futebol-construção...
Um blogue roubado à vontade de dizermos o que queremos. Por uma ilusão de liberdade num deserto de pedregulhos. Uma morte simbólica neste admirável mundo novo que se soçobra.
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Email: fontesdoidolo@gmail.com
Um espaço novo que integra um edifício (blogosfera) que alberga o conjunto arqueológico, de forma a protegê-lo e enquadrá-lo ao criar as condições climatéricas necessárias para que não se degrade.
Ao longo de seis meses, alternando entre a Velha-a-Branca e o Salão Pedro Remy, na última segunda-feira do mês, três bloggers conversam com duas personalidades de áreas (mais ou) menos interligadas no quotidiano dos dias.