
Pergunta Santana Lopes em declarações ao DN:
"Não há ninguém da brigada da ética que esteja disponível para este desafio? Têm medo de disputar eleições?"O mundo não é assim tão perigoso. Quanto muito é cómico. Assim, havendo perigo a gente sorri e perpetua-se no sorriso. Pondo de parte o tom
bolhanesco da afirmação e a conotação pueril que quase tudo que Santana faz ou diz tem, não deixa de ser interessante que na gestão da
cultura do eu de Pacheco Pereira raramente entre o poder executivo. Ao que parece, para JPP a clara demonstração da objectividade nem sempre contribui para o
seu bem-estar. Eu que ainda sou muito novo, e ainda mais nisto dos blogues e na leitura dos
fenómenos políticos, a Pacheco Pereira já consigo reconhecer a capacidade de imaculadamente defender tudo e o seu igual contrário com a mesma veemência.
Esta seria porventura uma óptima oportunidade de Pacheco Pereira mostrar que é mais do que a construção hodierna do antigo "herói do território de Téspias na Beócia, famoso pela sua beleza e orgulho".