"O caminho é muito estreito nestes tempos em que se duvida de tudo. E por cada prémio Nobel que defende cortes há outro que defende o exacto contrário".
Manuel Queiroz, Jornalista
in Jornal i
"Vocês são as próximas vítimas".
Theodoros Pangalos, vice primeiro-ministro grego
in "Jornal de Negócios"
Segundo o último barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT/WTO), divulgado em 18 de Janeiro em Madrid, sede deste organismo das Nações Unidas, o turismo internacional apresentou uma retoma no último trimestre de 2009 - um ano excepcionalmente difícil para esta actividade por motivos da crise económica e pelas incertezas ligadas à gripe H1N1.
As chegadas de turistas internacionais, a nível mundial, caíram 4% em 2009 situando-se em 880 milhões.
No entanto, esta retoma registada no último trimestre indicia, segundo o Secretário Geral da OMT, uma certa antecipação de melhores tendências, prevendo-se para 2010 um crescimento nas chegadas de turistas internacionais da ordem de 3 a 4% que a efectivar-se constitui uma mudança significativa na evolução da actividade do turismo.
Considero que nós portugueses somos um povo de contradições (acredito que os outros também sejam...). Nós somos, simultaneamente, o povo que exige o subsídio mais o subsídio e ainda o subsídio e o povo que aceita que os impostos aumentem, os transportes públicos falhem, o sistema nacional de saúde e a educação sejam uma m****. Sim, por um lado somos os maiores da nossa aldeia mas, por outro, deixamos que outro venha mandar nela.
Ao ler este texto do RAP fico com a sensação de que pouco faço para mudar a realidade da minha cidade e do meu país. Parece-me que vivemos todos num estado de apatia, letargia ou seja lá o que for (cobardia e estupidez incluída) que não nos permite promover/provocar a mudança.
Costumava pensar que seria pela falta de grandes causas. Afinal, bem ou mal, Portugal é um país independente, democrático e desenvolvido. Agora, cada vez mais, começo a acreditar que somos nós que ignoramos (fechamos os olhos) às causas. Seja porque nos julgamos impotentes, seja porque consideramos que esta é a ordem natural das coisas, em que "uns comem e outros são comidos"...