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plim

sinceramente, acho que nem este vos salvaria


E VIVA O SLB


Ora, então, e depois de vários pedidos, cá está ele

Sobre o derby...



Do you know what i mean?

(Contra) Indicações

Paulo, amanhã, não tem nada que saber:

Rui Patrício;
Abel, Polga, Tonel e Ronny;
Veloso, Moutinho;
Izmailov, Romagnoli e Simon;
Liedson.

Depois, aos 60 minutos, quando já estiver 0-4, tiras o Veloso e metes o Paredes só para dar alguma hipótese de brilhar ao Rui Costa. Aos 65, depois de o Paredes fazer o 0-5, metes o Purovic no lugar do Liedson só para ver se o Luisão tem meia horita de descanso. Lá para os 87 minutos, podias meter o Djaló - no lugar de qualquer um, não interessa - só para permitir que o benfas faça o 1-7. Vá, não precisas de agradecer. Faço-o de bom grado!

Un regalo!

Uma visita guiada - por Camacho - ao Centro de Estágio da Caixa Geral de Depósitos.

P.S.- Depois não me venham acusar disto e daquilo...

Rumo aos 300.000 sócios!

O Fontes do Ídolo teve acesso exclusivo à campanha de angariação de novos sócios (ou diz-se associados, senhores advogados?) do Benfica. Com esta iniciativa, o Benfica pretende duplicar o seu já enorme número de sócios (?).

Duarte Gomes: "Eu sou sócio! E tu?"

Allô, Allô, terra tenta contactar o Peloponeso! Escuto... Repito: terra tenta contactar o Peloponeso! Escuto...

Sempre gostei de dançar. Mas fui sempre uma autêntica nódoa. Uma altura, era eu caloiro, uma das minhas danças resultou num convite para acasalamento. Apeteceu-me partilhar isto convosco porque é um bom exemplo duma coisa qualquer que agora não me lembro, mas que há sensivelmente dez minutos parecia fazer todo o sentido do mundo.

Como quando me deram o papel de maestro numa peça de Teatro naquele colégio que fica ao lado do pau a que o pessoal sobe para ir buscar o bacalhau, sabem qual é? Agora não me lembro do nome. Mas andei lá. Tinha uma bata e o caralho! Era coisa digna. Na peça, eu era o maestro e, a determinada altura, tinha que me sentar numa cadeira que seria propositadamente retirada por um colega - foi um gajo que mais tarde me partiu um porta-chaves do "Zé sempre em Pé" que eu tinha atado às calças e foi, consequentemente, o primeiro gajo a quem espetei um real bochecho nos cornos -. Aquilo metia uma dança qualquer e mais uns gritinhos e uns saltinhos - dito assim, faz-me lembrar outra coisa que na altura não fazia e que, pensando bem, agora também não -, e outras coisas que já não me lembro. Aquilo foi na pré-primária. Eu tinha 4 ou 5 anos e já na altura o bochecho que mandei ao gajo foi mais forte do que o do Scolari. Só me lembro de o palco cheirar a vómito, porque um miúdo de Celeirós no último ensaio se lembrou de o regar com o almoço. Esta história teve uma moral qualquer que eu agora não descortino. A minha memória tem destas coisas. Se existisse um dia do juízo - assim como há o da mulher e o da árvore - seria bonito ver-me contorcer de dores sobre o insólito manto que me cobria.

Bem, João, deves estar a perguntar: "Este cabrão está cada vez pior. Mas ele está falar de quê? Um gajo fala do Benfica e ele começa a dizer (ainda mais) merda por aquele teclado fora!" Mas, não stresses, já diziam os poetas urbanos. Aliás, creio que há frases que definem cabeças tontas e as minhas, meus caros, são disso límpido exemplo. Eu chego lá. Vamos com calma!

Uma primeira achega. Há algumas coisas que me deixam - vá lá, para não ser mal-criado - fodido - não consigo evitar usar esta palavra, bem que tento e penso em sinónimos: alterado, furibundo, desconcertado, zangado, mas nenhum termo abarca tudo o que eu quero realmente dizer como fodido o faz -. Gosto também de usar estes parêntesis entre as coisas que estou a dizer. Bom, portanto, estava a dizer que fico fodido. Fico fodido com os "sim, senhores". As anuências à la rebanho esfomeado não me cabem entre as orelhas e muito menos no buraco dos excrementos. Percebe-se que é assim - admito até que tem de ser assim, os filhos têm de comer e a mulher gosta de pavonear a celulite bronzeada - não sabemos, sequer, dizer como se faria agora, para ser doutra maneira. Não temos, penso eu, resposta para isto. Fomos por aí, temos ido todos, uma manada cega e desenfreada, chipada desde há muitos séculos a fazer o seu caminho aos trambolhões. É da nossa natureza. Temos de ser o primeiro, o maior, o mais rápido, o mais impoluto, o mais cordial... A culpa é nossa, inventamos uma cápsula em que o tempo é uma aceleração na reta da meta; um tempo que já não permite paragens que não sejam consideradas pausas criminosas. Quem disse que a preguiça é pecado não jogava com o baralho todo e, muito provavelmente, era do Benfica.

João, começo por dizer - agora um momento de seriedade - que concordo contigo quando te referes aos cânticos. Mas isso são coisas que se passam ali para os lados da jaula do Macaco. Tanto quanto sei, no Sporting não se canta esse hino às mães do Benfica. Continuando. Não me parece que essa postura de timoneiro que já não afaga o leme que tem nas mãos, antes o fixara, já, numa direcção que nenhum dos marinheiros ousa discutir, seja a melhor. É isso que critico no Benfica. Os benfiquista - e eu conheço vários, aliás o meu Pai é benfiquista, o meu irmão, os meus mais próximos amigos - vivem de um rumo que eles pensam lhes ter sido traçado. As velhas glórias, os mitos, os tempos idos. Estão aburguesados a um feudo e a um papel que já não são os deles. Essa história do canal é bonita, sim senhor. Deve ser como a "operação coração", o mito do eterno regresso do Rui Costa, o ingresso na Dow Jones, a OPA dos chineses, enfim... Pessoalmente, critico é a falta de regressos sem assombrações ou fantasmas: o pensar outra vez, que parece não entrar nas vossas contas. Sim, o descer às contas do real. O Sporting, por exemplo, fez isso. Sem qualquer problema. O Benfica, nada! Ainda há dias, dizia o Kadhafi que o Benfica se estava a preparar para regressar aos títulos europeus... Desculpa lá, João, mas enquanto o vossa voz for quem é, a minha opinião dificilmente mudará.

Eu sou um gajo simples. Confesso-te. Não tenho paciência para canalhices e para mentiras ou subversões. Um gajo morre cedo, não conhece um milésimo do mundo onde vive e ainda tem de levar com merdas dessas? Não está certo! Certo está que aqueles como eu, os simples, que não têm vergonha de gostar de futebol de vibrar com ele e de dizer que alteram horários dependendo da hora a que joga o clube. Isto, sim, é o regresso aos mitos, aos tempos idos. A torpe e ignominiosa verdade é esta: o Benfica não impressiona ninguém, excepção feita aos emigrantes, mas creio que esses até mesmo vocês dispensam trazer para a conversa, certo? Mas vocês deveriam ser os primeiros a perceber isso. Pá, não querem, tudo bem! Os sinais estão à vista. As multidões estão dissipadas. Aquilo que eram estádios sempre cheios, hoje já não o são. Os jogadores e treinadores fogem assim que podem... Mas, se calhar, sou que estou a ver mal, completamente toldado por este sectarismo sportinguista. Ainda assim, peço-vos que parem um bocadinho a ver se eu vos percebo. Será obviamente trabalho hercúleo, mas quero entender tão fecundos cérebros, ligados às altas frequências da inteligência superior. Não sei se alguém concordará comigo, mas o clube do povo comporta-se, hodiernamente, como a decrépita e falida nobreza com os seus tiques já caducos de ostentação e poder de outrora. O resto é paleio balofo.

Convém, também, relembrar que os habitantes do Olimpo sempre estiveram expostos. Segundo dita o mito, nem os Titãs lhe valeram. A ver vamos como se vão dar tão ilustres presenças por baixo das nuvens.

ProntoS, é isto. Relendo, vejo que falei pouco de futebol. Mas o assunto era o Benfica. Bate certo!

P.S.- Peço desculpa por não ter insultado ninguém. Não sei o que se passa comigo. Deve ser falta de mimo.

Vídeos dedicados a TODOS aqueles que acham que o Benfica dominou o Milão







Ouvir um benfiquista não é uma banal ou sublime aventura psicológica. Trata-se, literalmente falando, de uma autêntica, intrincada e centrípeta escalada ontológica, como outra não se conhece no mundo dos estudos do Ser. Pensava eu que a noção de cura de afecções e patologias mentais tivesse já há muito encontrado um solo seguro.

40.000 pessoas no G. Meazza

Pelos vistos, o «maior clube do mundo» não é lá muito conhecido, temido ou admirado em Itália. Imaginem se não levasse o Rui Costa...

FC Copenhaga-Benfica, 0-1



Ontem, Camacho assume que precisa de um goleador.
Hoje, Vieira começou a procurar.
Sugestão de nome e local para procurar: MÁRIO JARDEL, in maior casino do mundo

Aposto que não é preciso explicar nada...

Antes inglês técnico do que técnico inglês.


Graeme Souness

Não resisti...

Ó Bruno, agora que és adepto do "enorme" sei que não vais ficar muito afectado, mas volta uns tempos atrás e vê lá isto.


Via 31 da armada!

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