Este vai ser um ano muito atípico. Sim, porque vamos ter de nos deslocar três vezes às urnas: europeias, legislativas e autárquicas. Isto para aqueles que fazem valer o seu dever cívico. (Ou será um direito? – a forte abstenção que se tem verificado ultimamente deixa-me com muitas dúvidas)
As europeias funcionarão apenas como barómetro. Nada mais.
Já as outras duas serão a valer. E vai doer.
Aliás, já dói. Todos nós estamos a sofrer a campanha pré-pré-eleitoral. Eu que o diga… Para me deslocar ao escritório, demoro mais 15 minutos. Isto porque os senhores autarcas e os senhores governantes se lembraram de esperar até às vésperas das eleições para mostrar a obra feita.
Cortam o trânsito, abrem buracos, pintam fachadas, inauguram “coisas”, mandam propaganda para as nossas caixas de correio…
O azar deles é que, desta vez, o dinheiro não é muito, porque, caso contrário, eu demoraria o triplo do tempo a chegar ao escritório.
Quem me conhece sabe que sou simpatizante de um partido de direita, mas, neste aspecto, são todos iguais.
Quanto aos resultados das votações, que ganhe o melhor. Mas acho que isso é uma utopia. Digo eu…