Da secção: "Ó Joana, lá para a JSD são todas assim?" e também Da secção: "Ó Bruno, estamos a precisar de recrutar mais uma mulher para o Fontes"
P.S.2- Retiradas daqui.
10 anos de Viagra...

A imagem é de telemóvel (que é bonitinho mas só tem 2 megapixeis de resolução) mas a intenção está aqui.
Há cidades acesas na distância,
Magnéticas e fundas como luas,
Descampados em flor e negras ruas
Cheias de exaltação e ressonância.
Há cidades acesas cujo lume
Destrói a insegurança dos meus passos,
E o anjo do real abre os seus braços
Em nardos que me matam de perfume.
E eu tenho de partir para saber
Quem sou, para saber qual é o meu nome
Do profundo existir que me consome
Neste país de névoa e de não ser.
Sophia de Mello Breyner Andresen
(«Poesia», Caminho, Lisboa, 2005)
Este prémio vai paaaaara: Been there, done that quem mais??!? estas fantásticas jovens revolucionam a blogosfera bracarense e mundial! Seja versão citadina, seja versão campestre, faça chuva, faça sol...
Infelizmente não conseguimos atribuir este prezado prémio devido ao elevado número de virtuosas construções existentes nesta cidade! Nunca este prémio foi tão merecido!!
Assim...o top five é....
- Carandá;
- Fujacal;
- "Complexo Habitacional" do picoto;
- Rotundas;
- outros que tais...
estejam à vontade!!!
O Farricoco de Ouro vai para Salvador, pelos seus préstimos ao serviço do SCBraga. Destacamos a sua visionária gestão empresarial e o modo como mais facilmente despede treinadores, do que contrata ucranianos ilegais.O farricoco de ouro vai para: Lino Mesquita Machado.
Na sua grande entrevista à revista SIM, afirmou que, no último filme que assistiu (Musical O Terrível Barbeiro de Fleet Street), não tinha gostado porque se cantava a meio.
Farricoco d'ouro vai paaaaaaara: Salvador crew, pelo magnífico desempenho no concurso para a construção do prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade.

"Há muitos anos fui almoçar com José Miguel Júdice (...) e com um rapaz - Pacheco Pereira - que era candidato à Câmara de Loures. O Zé Miguel pediu-me para o apoiar e eu dei-lhe mil contos para a campanha."
Abel Pinheiro
Ex-dirigente do CDS
em entrevista ao Expresso
Lágrimas de tristeza e desilusão abundavam nos rostos dos adolescentes que foram ao Pavilhão Atlântico
ainda se fosse pelo tony carreira!
devo reconhecer que me faz um bocado de confusão ver os miudos chorarem pq um concerto foi adiado...
e porque algum dia teria de provar que sou de direita (eh eh eh) cá vai: acho bem que piercings e tatuagens tenham restrições de idade! faz-me mta confusão ver miudos com 10 anos usarem brinco! pressão de grupo que se verifica no meio escolar é tanta ou superior à que existe em outros contextos, compreendo! mas...
esclarecimentos adicionais:
- acho mto bem que cada um faça com o seu corpo aquilo que entender.
- considero que um miudo com 10 anos não terá "formação" suficiente para decidir sobre algo que alterará a sua aparência de forma +/- definitiva.
- nada tenho contra piercings e tatuagens!
a revisão do acordo ortográfico é já um "fato" ... :(
já tinha lido e ouvido qq coisa sobre isto mas só ontem dei alguma atenção a esta matéria.
sei que já vai tarde ou tão pco interessa mas a verdade é que não concordo! que raio! é suposto alterarmos a forma como escrevemos só para unificar a ortografia da língua portuguesa!?!? até não me parece mal de todo que se procure este rigor mas qdo vejo as alterações propostas, parece-me tudo menos um processo rigoroso!
parece-me que se cedeu um bocado ao facilitismo...
"ação, ato, adoção, batismo, úmido" hein?!?!
Esta senhora quer morrer. Independentemente dos credos e crenças de cada um, não se pode deixar de pensar na questão. Se fosse connosco, também o quereríamos? Sem cura, sem esperança, com uma dor insuportável e com data marcada para morrer, deve custar fazer aquilo de que mais gostamos, viver.
E, como pergunta a filha mais nova, se o suicídio não é (obviamente) punido, deverá a eutanásia sê-lo? Pode (deve) alguém ser condenado à vida?
Vejam e respondam por vós.
Há algumas semanas fomos agraciados com 2 prémios diferentes atribuídos pelo Blog Ideal Social. Aqui fica o meu agradecimento e vontade de continuar a merecer as visitas que aqui chegam diariamente. Um grande obrigado!

Parece estranho, mas não, brevemente será possível, nos parques de Amsterdão, entregar-se aos prazeres da carne, do peixe e da beterraba.
Com a entrada em vigor do novo regulamento, qualquer pessoa (casal, bem entendido) desde que respeite o horário prescrito (final da tarde), pratique o acto longe das zonas de fruição dos petizes e utilize os caixotes do lixo para os utensílios (vulgo, preservativos e cigarros, sim, cigarros), poderá exercitar a arte mais ou menos tântrica do belo do sexo.
Viva a Holanda, que pena já não existirem parques em Braga...

"Grupo Mello Saúde escolhido pelo Governo para hospital"
Depois de 20 anos de avanços e recuos o mau agoiro recomenda a prudência. No entretanto sobra em anúncios o que falta em concretizações palpáveis.
estive hoje num jantar com formandos de uma turma de formação complementar na área de TIC, integrada no processo de RVCC de nível básico. pessoas que trabalham em fábricas, fazem turnos rigorosos e à noite frequentaram a acção de formação para se valorizarem!
para aqueles que não acreditam na iniciativa novas oportunidades, estas pessoas, algumas das quais nunca tinham utilizado um computador, marcaram o jantar por mail, conta criada no decorrer da formação. as fotos tiradas no jantar serão enviadas igualmente por mail! :D
desejo-lhes a melhor das sortes para o resto do processo! vejo-os novamente qdo todos tiverem o certificado! :D
Não festejo o dia Internacional da Mulher nem nada que se pareça mas acho esta música fantástica! a mensagem é incrível por isso fica aqui :)
Era uma vez uma margarida que habitava num jardim junto de joaninhas, borboletas e amoras (a margarida é pela inclusão!) e restante vegetação…
A margarida procurava o sol (a clorofila é uma cena importante!) e para isso contava com a ajuda da abelha-mestra e outras obreiras que se “meteram ao caminho” no sentido de alterar a forma como a margarida encarava a “questão solar” :)
A margarida não concordando completamente com a opinião da abelha-mestra, aprendeu que não precisa de encontrar o sol, mas sim de aproveitar alguns raios de sol :)
So Daisy says: living and (perhaps) learning :)
Obrigada Fernando Pessoa pelo desafio :)
Hoje, às 16:00 no RCP, em 92.9 fm, voltam-se a juntar os blogues Fontes do Ídolo, Avenida Central e Mal Maior
O grande prémio da noite dos Óscares de Hollywood foi para a Europa com o filme "Este país não é para velhos", dos irmãos Cohen, que saíram da sala com as estatuetas correspondentes aos prémios de melhor filme, melhor realizador, melhor actor secundário e melhor guião adaptado. Foi premiada a sua fascinante carreira, iniciada em 1984, com o filme "Blood Simple", com um dos mais importantes prémios das indústria cinematográfica.

É já amanhã o segundo round destas conversas improváveis.
No espaço Pedro Remy, próximo da Sé de Braga, na rua Dom Gualdim Pais, n.º36, às 21h30.
Os oradores serão Fernando Alexandre, Professor do Departamento de Economia da Universidade do Minho, e Francisco Sande Lemos, Professor Jubilado de Arqueologia da Universidade do Minho.
A entrada é livre!
Apareçam!
via sol
Portugal, este ano, tem sérias hipóteses de ficar em penúltimo.
(...) Dada a grande quantidade de instituições e estudiosos empenhados em preservar a sua memória, o Holocausto está hoje firmemente enraizado na vida americana. Novick, no entanto, duvida que isso seja bom. Em primeiro lugar, cita muitos exemplos de simples vulgarização. De facto, é difícil encontrar uma causa política, seja ela a favor ou contra o aborto os direitos dos animais ou os direitos dos estados, que não tenha tomado posição sobre o Holocausto. Elie Wiesel, criticando as utilizações de mau gosto a que o Holocausto é submetido, declarou: «Prometo evitar (…) os espectáculos vulgares.» (2) Mas Novick assinala que «a fotografia que utilizou o Holocausto de forma mais subtilmente imaginativa foi publicada em 1996, quando Hillary Clinton, na altura alvo de acusações de várias origens por atitudes criticáveis, apareceu na tribuna da Câmara dos Representantes enquanto o marido pronunciava o Discurso sobre o Estado da União (muito televisionado), ladeada pela filha Chelsea, e Elie Wiesel.» (3) Para Hillary Clinton, os refugiados do Kosovo postos em fuga pela Sérvia durante os bombardeamentos da NATO faziam lembrar as cenas do holocausto do filme A lista de Schindler. Um dissidente sérvio observou amargamente: «As pessoas que aprendem a história através dos filmes de Spielberg não deviam vir dizer-nos como devemos comportar-nos.» (4)
De Eng.º para Eng.º
Caro colega, o meu curso de Engenheiro é um Bacharelato em Línguas e Turismo, o seu ainda não percebi mas, de Eng.º para Eng.º:
Se eu construir um prédio com 15 andares mas escavar um buraco da altura de 50, ou muito me engano ou ainda vou ficar com o telhado 35 andares abaixo do solo.
Agora em inglês técnico:
Se você criar 150 mil novos empregos (afinal, é normal ir havendo gente a ser contratada para alguma coisa, caramba!) mas ao mesmo tempo gerar 500 mil desempregos, não me parece que o balanço seja porreiro, pá…
… mas eu fui para línguas e turismo exactamente por não perceber nada de engenharia, nem uma marquise sei desenhar.
- amadeu, pára com isso que te vais sujar...
- eu sou criança, tenho o direito de me sujar!
(raios!!! grrrr!!! ****)
- também tens o direito de ficar em casa todo o dia porque não te levo a passear se estiveres todo sujo! (quem ri por último ri melhor! 4 anos de experiência com esta personagem da nisto! eh eh eh)
Nos últimos 3, 4 anos a administração fiscal lançou uma empreitada messiânica - acabar com a fuga ao fisco!
Independentemente da opinião que tenhamos sobre o desígnio em si, há uma pergunta que surge com insistência na minha pobre consciência, Porquê?
Ora, como é óbvio, a resposta que cada um de nós der a esta questão definir-nos-á enquanto cidadãos. É que o nosso nível de "awareness" cívico está intimamente ligado ao propósito que vislumbramos nas medidas políticas, sejam elas quais forem, venham elas de que partidos vierem.
O bom do cidadão comum, também apelidado de "homem médio", verá aqui um projecto nobre, no sentido da moralização dos cidadãos, entenderá esta empreitada como justa, até porque, aparentemente, ela é dirigida aos que podem fugir, vulgo ricos.
Mas todos nós sabemos que os governos não pregam moral, nem tão pouco cobram rezas.
O que de facto se passou foi uma violenta e arrebatadora missão cujo alvo era compreensível, mas em que os meios empregues e as finalidades servidas são condenáveis.
Simplificando (porque isto de posts longos afasta o leitor), durante 4 anos a administração fiscal cometeu variados atropelos, desde penhoras de contas em montante superior ao das dívidas, passando por cobranças de dívidas fiscais caducadas, até às execuções em que se atropelavam os mais básicos direitos dos contribuintes. Tudo valeu nesta luta pela "eficácia".
Mas, chegados que estamos aos dias de hoje, em que o próprio ministro admite os exageros e promete rever a metodologia, a pergunta mantém-se. Contudo a resposta, essa, está hoje clara. O défice foi a santíssima trindade da administração fiscal, não foi o incremento da consciência cívica, não foi o melhor funcionamento do Estado, nem ainda a efectivação da justiça social. Foi só o défice.
E o que mais me custa neste processo é que nos tomem por burros e nos venham dizer que, de facto, houve atropelos e que vão mudar de atitude. Parece que de repente se aperceberam do óbvio, quando há já anos que a administração fiscal pratica um terrorismo fiscal ostensivo. E agora porquê? Porque se atingiu o défice desejado, porque já não há mais direitos a atacar, porque, numa palavra, se esgotou a escala do despotismo. O comportamento de Teixeira dos Santos faz lembrar os "monarcas iluminados" que esvaziavam os bolsos dos seus súbditos até ao tutano e, sentindo a revolta social, ou a inexistência de recursos suficientes ao incremento dos tributos, vinham anunciar, quais falsos bons samaritanos, o final do período de emergência.
"A PIDE brutalizava imensa gente. Não era uma ditadura, era um regime de força, às vezes forçado de mais."
Cecília Supico Pinto
Presidente do Movimento Nacional Feminino (Estado Novo) durante 13 anos
in Única, Expresso
não me refiro propriamente ao preço do bilhete do concerto...isso é discutível!
refiro-me ao preço de uma deslocação a lisboa! não entendo como pretendem o desenvolvimento de uma sociedade homogénea, quando o acesso a alguns eventos fica, logo à partida, condicionado por este factor.
tive há poucos meses atrás de me deslocar a lisboa e a verdade é que ficava mais caro ir de comboio até lá do que ir de avião até paris!! provavelmente ainda fica! compreendo que um conjunto de factores condiciona esta situação...mas não deixa de ser realidade que as deslocações atingem preços muito elevados, quer pelo preço do combustível, quer pelo preço das portagens, entre outros...
PS: obrigada Alex pela imagem! :)